Ditos sulistas

Não te espiche que a cama é curta.

Mais faceira que égua com dois potrilhos (potros, cavalos recém nascidos).

Mais bonita que laranja de amostra.

Mais perdido que cego em tiroteio.

Mais difícil que bula de remédio.

Não vem de garfo que a janta é sopa.

Mais perdido que cusco (cachorro vira-latas) em procissão.

Apanhou mais que vaca na horta.

Mais nervoso que cabrito em canoa.

A deliciosa gíria mineira

Retirado de Luis Nassif Onlinecom modificações

-x-x-x-x-x-x-x-

Tá mais furado do que peneira zoada lá da roça…

Mais por fora que umbigo de vedete.

Mais por fora que dedão de franciscano.

Quem dorme com porco espinho amanhece espetado.

Mais por baixo que barriga de jacaré…

Dos tempos de Virgínia Lane.

“Eu sou o coelhinho da Philips,
E a minha gurizada vou agradar
Contar minhas histórias, tim, tim por tim, tim,
Porque eu sou o coelhinho da gurizada, enfim! “

Em festa de jacu inhambu não entra.

Merenda de menino não atravessa córrego.

Quem truca em ás não mata

Quem fala demais, dá bom dia a cavalo.

Homem que chora e mulher que jura é mentira pura

Não me olha de banda que eu não sou quitanda

Não me olha de lado que eu não sou quiabo

Tem base? (tradução: pode uma coisa dessas?)

Calça pega-frango

Cata-jeca (ônibus de roça)

Cata-jóia (ônibus que leva as adolescentes pra escola)

Parei cocê, uai! (tradução: desisto!)

Minina da pá-virada (tradução: menina levada)

Tope = degrau

Chaula = pá

rabiinha = vasilha pequena de ferver água ou fazer mingau, que tem um bico lateral

Em festa de pombo, urubu não entra.

Mais por fora que asa de xícara.

Mais por dentro que talo de aipim (com variações para pavio de vela).

Galo onde canta, aí janta.

Quem com porcos se mistura, farelo come.

Cachorro de vexado nasceu com olhos fechados.

Passarinho que muito canta caga no ninho.

Como viúva nova e madeira verde: chora, chora mas pega fogo.

Vá procurar o rodilha onde você quebrou o pote

Em rio que tem piranha, jacaré nada de costas.

Quem já se queimou com leite, vê uma vaca e chora.

Todo mundo quer ir pro céu, mas ninguém quer morrer.

Mais grosso que dedão destroncado

Oncotô? Pocovô? (Tradução: o mineiro perdido pergunta: onde eu estou? Para onde eu vou?)

Prá quem tá pirdido, triii de porco é rodovia sô!

Galinha que acompanha pato morre afogada!!!

Não tem erro, com ele cada enxadada é uma minhoca!”

“Pipocas – Dicionário quase etimológico do Gerais – Para “Estrangeiros” – Entremeado por diversos circunlóquios que fazem algum sentido” (1ª ed., Belo Horizonte, Edição do Autor, 2009). O autor João Victor Faria Velloso, escritor e poeta premiado, é sobrinho neto de Clemente Faria e o pai dele Reynaldo
Velloso foi professor e diretor do Ginásio Pedra Azul e provavelmente colega e diretor do Sebastião Nery, quando o cabeção, como ele era conhecido naquelas
bandas deu aula no GPA em Pedra Azul. Para quem quer saber mais das Minas Gerais vale à pena comprar o dicionário e vale também para quem quer conhecer melhor a nossa língua pátria. E quem não tem interesse em nada disso e que mais é se divertir a minha indicação ainda fica de pé.

“Rente que nem pão quente
com essa provovação
em palpos de aranha
fulano deixa a gente”

Frango de manguara não tem preço.

Dinheiro e santidade é a metade da metade.

Depois de morto é que se conhece o porco.

Mais por fora que barbante de embrulho.

Sol e chuva, casamento da viúva.

A farinha é pouca, meu pirão primeiro.

Jogou o sapo n´água.

Tirar o pé do lodo

Água que boi não bebe.

E uma tirada do livro de folclore da Alice Meireb sobre a cachaça. Escrito num botequim: ” Entrou, pediu, bebeu, cuspiu, tropeçou, caiu, levantou, sumiu.”

Levas, erradas e mil!

Quero tudo e não dou nada!

E vai assombrar porco!

Se grito adiantasse, o porco não morria.

Tem gente que gosta dos olhos, tem gente que gosta da remela.

Cada um como fezu fezu = Cada um como Deus o fez

Mais por fora do que arco de balaio

Cachorro mordido de cobra tem medo de linguiçaSe são mineiras, não tenho a mínima idéia…..

Se deitares com um cão, vais acordar com pulgas.

Jabuti não sobe em árvore.

Mais por fora que semente de caju.

Nossa Senhora! = Nó Senhó! = Nossa! = Noss! = Nó! = Núuuu!!!

Pra quem tá se afogando, jacaré é tronco!

Sapassado, era setsetembro, taveu na cuzinha tomanu pincumel e cuzinhando um kidicarne com mastumate pra fazê um macarronada com galinhassada. Quascaí de susto, quandoví um barúi vinde dendoforno, parecenum tidiguerra. A receita mandopô midipipoca denda galinha prassá. O forno isquentô, o mii misturô e o fiofó da galinha ispludiu!

Nossinhora!

Fiquei branco quinein um lidileite.

Foi um trem doidimais!

Quascaí dendapia!

Fiquei sensabê doncovim, proncovô, oncotô.

Oiprocevê quilucura!

Grazadeus ninguém simaxucô!

Bom demais da conta.

“Os filhos de minhas filhas, meus netos sempre serão; mas, os filhos de meus filhos não posso garantir que são”

Avó materna e de “Paroquena”!

To discuncha vida (desanimada);

Sem cancha (sem graça);

Escreveu não leu, o pau comeu (se não fizer direito, tem castigo);

Abre seu olho comigo! (toma cuidado comigo);

Inreda o soli (sai do sol);

Deixa de brinquedo! (fala sério!);

Falou de supetão; (falar sem pensar)…

Antes vermelho por um minuto que amarelo a vida toda

Mais curto que coice de porco.

Mais comprido que bombacha de gringo

Mulher, cachaça e bolacha em qualquer lugar se acha!

Garrucha que não presta assusta dois.

Quem planta ventos, colhe tempestades.

Tá tapando o sol com a peneira.

Dormir no chão é melhor que cair da cama.

Nóis reóine, reóine, mas não concrói nada.

Canarin qui cumpanha jãodibarro vira servente de pedrêro

Cê tá mais por fora do que orêia de gamela!

Tá mais furado do que peneira zoada lá da roça…

Mais por fora que umbigo de vedete.

Mais por fora que dedão de franciscano.

Quem dorme com porco espinho amanhece espetado.

Mais por baixo que barriga de jacaré…

Dos tempos de Virgínia Lane.

Em festa de jacu inhambu não entra.

Merenda de menino não atravessa córrego.

Quem truca em ás não mata

Quem fala demais, dá bom dia a cavalo.

Não me olha de banda que eu não sou quitanda

Não me olha de lado que eu não sou quiabo

Parei cocê, uai! (tradução: desisto!)

Minina da pá-virada (tradução: menina levada)

Tope = degrau

Chaula = pá

rabiinha = vasilha pequena de ferver água ou fazer mingau, que tem um bico lateral

Em festa de pombo, urubu não entra.

Mais por fora que asa de xícara.

Mais por dentro que talo de aipim (com variações para pavio de vela).

Galo onde canta, aí janta.

Quem com porcos se mistura, farelo come.

Cachorro de vexado nasceu com olhos fechados.

Passarinho que muito canta caga no ninho.

Como viúva nova e madeira verde: chora, chora mas pega fogo.

Vá procurar o rodilha onde você quebrou o pote

Em rio que tem piranha, jacaré nada de costas.

Todo mundo quer ir pro céu, mas ninguém quer morrer.

Mais grosso que dedão destroncado

Oncotô? Pocovô? (Tradução: o mineiro perdido pergunta: onde eu estou? Para onde eu vou?)

Prá quem tá pirdido, triii de porco é rodovia sô!

Galinha que acompanha pato morre afogada!!!

Não tem erro, com ele cada enxadada é uma minhoca!”
Tô mais quebrado que janela de grupo

“O amante ideal de fino tato,
É o que, na mágoa ou no prazer,
Nunca se mostra o que é, de fato,
Mas sim o que devera ser.”
(Martins Fontes, Vulcão, p. 24.)

Andorinha que acompanha morcego acorda de cabeça para baixo.

Ah! Pur aqui si o cabôco é mei macii, pode falá qui ele istaciona a marreca na contra-mão ou qui ele bilisca azulejo.

Avô rico, filho nobre, neto pobre.

Falar, vai dos queixos

Pelo andar da carruagem a gente sabe quem vem dentro

Gato escaldado tem medo de água fria

Godero disse que eu goderasse, gastasse o seu e o meu guardasse

Coitado, é filho de rato que nasce pelado

Mais perfumado que mão de barbeiro

Mais enfeitado que jegue na lavagem do Bonfim

Mais arrumado que penteadeira de mulher-dama

Mais cheirosa que cangote de mulher-dama

Mais perdido do que cego em tiroteio

O QUE É… DITADO POPULAR OU PROVÉRBIOS – D

O EXCELENTE texto abaixo ENCONTREI no saite Mulher Virtual - VISITEM!

Máxima, breve, popular; adágio, anexim, ditado: Pequena comédia que tem por entrecho o desenvolvimento de um provérbio.

É máxima sentença, popularizada ou consagrada pelo uso, a qual é menos vulgar, que o adágio e de moral mais segura e severa. Pode ser de autor desconhecidos ou conhecidos como os do “Salomão”- “Até o insensato passará por sábio se estiver calado, e por inteligente se conservar os lábios fechados”.

DITADOS POPULARES: DE ONDE SURGIRAM?  

Ditado, como o próprio nome diz, é a expressão que através dos anos se mantém imutável, aplicando exemplos morais, filosóficos e religiosos.

Os provérbios e os ditados populares constituem uma parte importante de cada cultura.

Historiadores e escritores já tentaram descobrir a origem dos ditados populares, mas essa tarefa não é fácil.

“SANTINHA DO PAU OCO” 

Expressão que se refere à pessoa que se faz de boazinha, mas não é. Nos século XVIII e XIX os contrabandistas de ouro em pó, moedas e pedras preciosas utilizavam estátuas de santos ocas por dentro. O santo era “recheado” com preciosidades roubadas e enviado para Portugal.

“NÉVOA BAIXA, SOL QUE RACHA” 

Ditado muito falado no meio rural. A Climatologia o confirma. O fenômeno da névoa ocorre geralmente no final do inverno e começo do verão. Conhecida também como cerração, a névoa fica a baixa altitude pela manhã provocando um aumento rápido da temperatura para o período da tarde.

“SEM EIRA NEM BEIRA”  

Significa pessoas sem bens, sem posses. Eira é um terreno de terra batida ou cimento onde grãos ficam ao ar livre para secar. Beira é a beirada da eira. Quando uma eira não tem beira, o vento leva os grãos e o proprietário fica sem nada. Na região nordeste este ditado tem o mesmo significado mas outra explicação. Dizem que antigamente as casas das pessoas ricas tinham um telhado triplo: a eira, a beira e a tribeira como era chamada a parte mais alta do telhado. As pessoas mais pobres não tinham condições de fazer este telhado , então construíam somente a tribeira ficando assim “sem eira nem beira”.

Abaixo uma coletânea, espero que vocês aproveitem bastante os nossos ditos, e se você quiser participar envie o seu, beijos GIOVANNA.

A B C D E F G H I J L M N O P Q R S T U V Z

- Devagar se vai ao longe
- Dinheiro não traz felicidade
- Dinheiro não traz felicidade, mas ajuda
- Depois de fartos, não faltam pratos
- De noite todos os gatos são pardos
- Desconfiar de homem que não fala e de cão que não ladre
- De Espanha nem bom vento nem bom casamento
- De pequenino se torce o pepino
- De grão a grão a galinha enche o papo
- Devagar se vai ao longe
- De médico e de louco, todos temos um pouco
- Diz com quem andas, que eu te direi quem és
- Diz o roto ao nu “Porque não te vestes tu?”
- Depressa e bem não há quem
- Desculpa de aleijado é muleta
- De cruzeiro em cruzeiro, se faz um milheiro
- Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer
- De boas intenções o inferno está cheio
- Depois da tempestade vem a bonança
- Dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus
- Da mão à boca vai-se a sopa
- De boas intenções está o inferno cheio
- De manhã é que começa o dia
- De médico, de sábio e de louco todos temos um pouco
- Deus o deu, Deus o levou
- Deus ajuda, quem cedo madruga
- Deus nunca fechou uma porta que não abrisse outra
- Deus dá o frio conforme o cobertor
- Deus escreve por linhas tortas
- Deus dá nozes a quem não tem dentes
- Deus me dê paciência e um pano para a embrulhar.
- Dos fracos não reza a história

O QUE É… DITADO POPULAR OU PROVÉRBIOS – C

O EXCELENTE texto abaixo ENCONTREI no saite Mulher Virtual - VISITEM!

Máxima, breve, popular; adágio, anexim, ditado: Pequena comédia que tem por entrecho o desenvolvimento de um provérbio.

É máxima sentença, popularizada ou consagrada pelo uso, a qual é menos vulgar, que o adágio e de moral mais segura e severa. Pode ser de autor desconhecidos ou conhecidos como os do “Salomão”- “Até o insensato passará por sábio se estiver calado, e por inteligente se conservar os lábios fechados”.

DITADOS POPULARES: DE ONDE SURGIRAM?  

Ditado, como o próprio nome diz, é a expressão que através dos anos se mantém imutável, aplicando exemplos morais, filosóficos e religiosos.

Os provérbios e os ditados populares constituem uma parte importante de cada cultura.

Historiadores e escritores já tentaram descobrir a origem dos ditados populares, mas essa tarefa não é fácil.

“SANTINHA DO PAU OCO” 

Expressão que se refere à pessoa que se faz de boazinha, mas não é. Nos século XVIII e XIX os contrabandistas de ouro em pó, moedas e pedras preciosas utilizavam estátuas de santos ocas por dentro. O santo era “recheado” com preciosidades roubadas e enviado para Portugal.

“NÉVOA BAIXA, SOL QUE RACHA” 

Ditado muito falado no meio rural. A Climatologia o confirma. O fenômeno da névoa ocorre geralmente no final do inverno e começo do verão. Conhecida também como cerração, a névoa fica a baixa altitude pela manhã provocando um aumento rápido da temperatura para o período da tarde.

“SEM EIRA NEM BEIRA”  

Significa pessoas sem bens, sem posses. Eira é um terreno de terra batida ou cimento onde grãos ficam ao ar livre para secar. Beira é a beirada da eira. Quando uma eira não tem beira, o vento leva os grãos e o proprietário fica sem nada. Na região nordeste este ditado tem o mesmo significado mas outra explicação. Dizem que antigamente as casas das pessoas ricas tinham um telhado triplo: a eira, a beira e a tribeira como era chamada a parte mais alta do telhado. As pessoas mais pobres não tinham condições de fazer este telhado , então construíam somente a tribeira ficando assim “sem eira nem beira”.

Abaixo uma coletânea, espero que vocês aproveitem bastante os nossos ditos, e se você quiser participar envie o seu, beijos GIOVANNA.

A B C D E F G H I J L M N O P Q R S T U V Z

- Cada cabeça uma sentença
- Chuva de São João, tira vinho e não dá pão.
- Casa roubada, trancas à porta
- Casarás e amansarás
- Caiu do cavalo
- Criou a fama e deite na cama
- Cada qual com seu igual , cada qual no seu lugar
- Cada ovelha com sua parelha
- Cada macaco no seu galho
- Casa de ferreiro, espeto de pau
- Cacarejar e não botar ovos.
- Casamento, apartamento
- Cutucar a onça com a vara curta
- Cada qual é para o que nasce
- Cão que ladra não morde
- Cão de caça vem de raça
- Cada um sabe onde lhe aperta o sapato
- Com vinagre não se apanham moscas
- Coma para viver, não vivas para comer
- Contra fatos não há argumentos
- Chutar cachorro morto é fácil
- Cachorro velho não aprende truque novo
- Cavalo dado não se olha os dentes
- Com direito do teu lado nunca receies dar brado
- Cada um é como cada qual, e cada qual é como é
- Com os males dos outros passo eu muito bem
- Cada maluco com sua mania
- Candeia que vai à frente alumia duas vezes
- Casa de esquina, ou morte ou ruína
- Cada um a seu dono
- Cada um a seu modo
- Cada coisa no seu lugar
- Cada panela tem a sua tampa
- Cada um come do que faz
- Cada um come do que gosta
- Cada um que se governe
- Cada um sabe as linhas com se cose
- Cada um (trata|sabe) de si e Deus de todos
- Casa onde entra o sol não entra o médico
- Canja de galinha não faz mal a ninguém
- Cautela e caldo de galinha nunca fez mal a ninguém
- Cesteiro que faz um cesto faz um cento
- Com a verdade me enganas
- Com coisas sérias não se brinca
- Com o fogo não se brinca
- Com papas e bolos se enganam os tolos
- Com tempo tudo se cura
- Coma para viver, não vivas para comer
- Comer e o coçar é só começar
- Contas são contas
- Contra fatos não há argumentos

O QUE É… DITADO POPULAR OU PROVÉRBIOS – A

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Máxima, breve, popular; adágio, anexim, ditado: Pequena comédia que tem por entrecho o desenvolvimento de um provérbio.

É máxima sentença, popularizada ou consagrada pelo uso, a qual é menos vulgar, que o adágio e de moral mais segura e severa. Pode ser de autor desconhecidos ou conhecidos como os do “Salomão”- “Até o insensato passará por sábio se estiver calado, e por inteligente se conservar os lábios fechados”.

DITADOS POPULARES: DE ONDE SURGIRAM?  

Ditado, como o próprio nome diz, é a expressão que através dos anos se mantém imutável, aplicando exemplos morais, filosóficos e religiosos.

Os provérbios e os ditados populares constituem uma parte importante de cada cultura.

Historiadores e escritores já tentaram descobrir a origem dos ditados populares, mas essa tarefa não é fácil.

“SANTINHA DO PAU OCO” 

Expressão que se refere à pessoa que se faz de boazinha, mas não é. Nos século XVIII e XIX os contrabandistas de ouro em pó, moedas e pedras preciosas utilizavam estátuas de santos ocas por dentro. O santo era “recheado” com preciosidades roubadas e enviado para Portugal.

“NÉVOA BAIXA, SOL QUE RACHA” 

Ditado muito falado no meio rural. A Climatologia o confirma. O fenômeno da névoa ocorre geralmente no final do inverno e começo do verão. Conhecida também como cerração, a névoa fica a baixa altitude pela manhã provocando um aumento rápido da temperatura para o período da tarde.

“SEM EIRA NEM BEIRA”  

Significa pessoas sem bens, sem posses. Eira é um terreno de terra batida ou cimento onde grãos ficam ao ar livre para secar. Beira é a beirada da eira. Quando uma eira não tem beira, o vento leva os grãos e o proprietário fica sem nada. Na região nordeste este ditado tem o mesmo significado mas outra explicação. Dizem que antigamente as casas das pessoas ricas tinham um telhado triplo: a eira, a beira e a tribeira como era chamada a parte mais alta do telhado. As pessoas mais pobres não tinham condições de fazer este telhado , então construíam somente a tribeira ficando assim “sem eira nem beira”.

Abaixo uma coletânea, espero que vocês aproveitem bastante os nossos ditos, e se você quiser participar envie o seu, beijos GIOVANNA.

A B C D E F G H I J L M N O P Q R S T U V Z

B C D E F G H I J L
M N O P Q R S T U V Z

A

- Antes tarde que nunca.
- A fruta proibida é a mais apetecida
- A morte não escolhe idades
- A pensar morreu um burro
- A sorte de uns é o azar de outros
- A ambição cerra o coração
- Aqui se fazem, aqui se pagam
- A pressa é inimiga da perfeição
- Águas passadas não movem moinhos
- A consciência tranquila é o melhor remédio contra insônia
- A verdade gera o ódio
- Amigo não empata amigo
- Amigos, amigos negócios à parte
- Antes aqui que na farmácia
- Aquilo que sabe bem ou é pecado ou faz mal
- Animal que urina para trás, coloca o dono para frente
- A cobra vai fumar.
- A instrução é a luz do espírito.
- A alegria atrai simpatia.
- A verdade fala pela boca dos pequenos.
- A dor ensina a gemer.
- Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura
- A união faz a força
- A ocasião faz o ladrão
- As aparências enganam
- A água silenciosa é a mais perigosa
- A minha liberdade acaba onde começa a liberdade dos outros.
- A ignorância é a mãe de todas as doenças.
- Amigos dos meus amigos, meus amigos são
- A cavalo dado não se olha os dentes
- A montanha pariu um rato
- Ainda que sejas prudente e velho, não desprezes o conselho
- Azeite de cima, mel do meio e vinho do fundo, não enganam o mundo
- A função faz o órgão
- Antes só do que mal acompanhado
- Antes que o mal cresça, corta-lhe a cabeça
- Antes que o mal cresça, corte o mal pela raiz
- A pobre não prometas e a rico não devas.
- A mulher e a sardinha, querem-se da mais pequenina
- A galinha que canta como galo corta-lhe o gargalo
- A felicidade é algo que se multiplica quando se divide
- A apressada pergunta, vagarosa resposta
- A corda faz a velha gorda e a menina formosa
- A boca do ambicioso só se fecha com terra de sepultura
- A boda e a batizado, não vás sem ser convidado
- A fome faz sair o lobo do mato
- A fome é a melhor cozinheira
- A galinha do vizinho é sempre mais gorda do que a nossa
- A ignorância da lei não desculpa a ninguém
- A ignorância é o pior de todos os males
- A intenção é que conta
- A laranja de manhã é ouro, à tarde é prata e à noite mata
- A morte não escolhe idades
- A (necessidade|fome) aguça o engenho
- A noite é boa conselheira
- A ocasião faz o ladrão
- A ociosidade é mãe de todos os vícios
- A palavra é de prata e o silêncio é de ouro
- A palavras (ocas|loucas) orelhas moucas
- A pensar morreu um burro
- A preguiça é a mãe de todos os vícios
- A roupa suja lava-se em casa
- A união faz a força
- A água corrente não mata a gente
- A ajuda-te que Deus te ajudará
- Amor com amor se paga
- Antes a minha face com fome amarela, que vermelha de vergonha
- Antes a morte que tal sorte
- Antes cegues que mal vejas
- Antes dentes que parentes
- Antes que cases vê o que fazes
- Antes quebrar que torcer
- Antes só que mal acompanhado
- Antes tarde do que nunca
- Aquele que não conhece a verdade é simplesmente um ignorante, mas aquele que a conhece e diz que é mentira, este é um criminoso.
- Ao diabo e à mulher nunca falta que fazer
- Ao rico mil amigos se deparam, ao pobre seus irmãos o desamparam
- Ao rico não faltes, ao pobre não prometas
- Aquilo que sabe bem ou faz mal ou é pecado
- As aparências iludem
- As fezes é a mesma, as moscas é que mudaram
- As boas contas fazem os bons amigos
- As cadelas apressadas parem cães tortos
- As más noticias chegam depressa
- As palavras voam, a escrita fica
- As (palavras ou conversa …) são como as cerejas, vêm umas atrás das outras
- As rosas caem os espinhos ficam atrás de mim virá que de bom me fará
- Até ao lavar dos cestos é vindima
- Azar no jogo, sorte no amor
- Água e vento são meio sustento
- Água mole em pedra dura tanto bate até que fura
- Águas passadas não movem moinhos
- Amor com amor se paga