Cruzamento da Rui Carneiro (Bairro de São Jose) – Poesia

RETIRADO do blogue Decifra-me & Me devora – VISITEM!
Cruzamento da Rui Carneiro (Bairro de São Jose)
ZkDiniz
Foi na briga de “nife” que todo coberto de sangue ele clamou:
“Olha Ogum ta de ronda…”
E o Punhal novamente nele entrou, ele continuava:
“Miguel esta chamando…”
Ébrio e ensangüentado corcoveava:
“Eu não sei onde é,é,é…”
Foi um descuido? Foi azar? Foi Fé!
O fato [...]

Poema de Zé Limeira

Encontrei no saite de Antonio Miranda
O meu nome é Zé Limeira
De Lima, Limão , Limansa
As estradas de São Bento
Bezerro de Vaca Mansa
Vala-me, Nossa Senhora
Ai que eu me lembrei agora:
Tão bombardeando a França
Ninguém faça pontaria
Onde o chumbo não alcança
E vou comprá quatro livro
Prá estudá leiturança
Bem que meu pai me dizia:
Jesus , José e Maria,
São João das [...]

Câmara concede honrarias ao poeta paraibano Saulo Mendonça

Retirado de Paraiba.com.br

 

Câmara concede honrarias ao poeta paraibano Saulo Mendonça

12/02/2009 às 17:41
 

 

O poeta paraibano Saulo Mendonça recebe nesta sexta-feira (13), no Restaurante Panorâmico do Esporte Clube Cabo Branco, às 19h30, duas honrarias concedidas pela Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP): a Comenda Cultural Ariano Suassuna, proposta pelo vereador Geraldo Amorim (PDT), e a Comenda Cidade [...]

Excelência – Um pouco mais sobre

Retirado de Jangada Brasil
INCELÊNCIAS
Prática do catolicismo popular, relativamente freqüente em Pernambuco, no interior de modo especial, é a das incelências, também chamadas de excelências ou incelenças, são cantos entoados à cabeceira dos moribundos ou dos mortos. Uma espécie de ritual de velório, com benditos e as frases apenas rimadas. São práticas que escapam da ortodoxia [...]

Excelência – Cântico aos Mortos

Retirado de Jangada Brasil
EXCELÊNCIA
É um canto entoado à cabeça dos moribundos ou dos mortos, cerimonial de velório, ainda existente na Paraíba, Rio Grande do Norte e Pernambuco e possivelmente noutros estados. Cantam sem acompanhamento instrumental, em uníssono, em série de doze versos, ritualmente.
Gonçalves Fernandes (Folclore mágico do nordeste, 67): “As excelências são cantadas ao pé [...]