Sobre Rogaciano Leite


Retirado de Wikipédia

Rogaciano Bezerra Leite (sítio Cacimba Nova, PE, 30 de junho de 1920 — Rio de Janeiro, RJ, 7 de outubro de 1969) foi um poeta brasileiro.

Filho dos agricultores Manoel Francisco Bezerra e de Maria Rita Serqueira Leite, iniciou a carreira de poeta-violeiro aos 15 anos de idade, quando desafiou, na cidade paraibana de Patos, o cantador Amaro Bernadino.

Em seguida, Rogaciano Leite foi para o Rio Grande do Norte, onde conheceu e iniciou amizade com o renomado poeta recifense Manuel Bandeira. Aos 23 anos de idade mudou-se para Caruaru, no agreste pernambucano, onde apresentou um programa diário de rádio. De Caruaru, seguiu para Fortaleza, onde tornou-se bancário.

Entre 1950 e 1955, Rogaciano residiu nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. No Rio casou-se com Maria José Ramos Cavalcanti, com quem teve os filhos Rogaciano Filho, Anita Garibaldi, Roberto Lincoln, Helena Roraima, Rosana Cristina e Ricardo Wagner.

Em 1968 deixou o Brasil para uma temporada na França e outros países da Europa. Na Rússia deixou gravado, em monumento na Praça de Moscou, o poema Os Trabalhadores.

Alguns dos poemas mais conhecidos de Rogaciano Leite são Acorda Castro Alves, Dois de Dezembro, Poemas escolhidos, Carne e Alma, Os Trabalhadores e “Eulália. Rogaciano faleceu, de enfarte do miocárdio, no Hospital Souza Aguiar, no Rio de Janeiro. O corpo do poeta está sepultado no cemitério São João Batista, em Fortaleza, Ceará.

Rogaciano Leite foi, ainda, jornalista e era formado em Direito e Letras.

Retirado de São José do Egito Online

Rogaciano Leite

Rogaciano Bezerra Leite, filho de Manoel Francisco Bezerra e Maria Rita de Cerqueira Leite. Nasceu na fazenda Cacimba Nova, município de São Jose do Egito (hoje Itapetim-PE), a 01 de julho de 1920. Repentista nato cantou desafio durante a adolescência com os maiores violeiros da região. Em 1944 mudou-se para Fortaleza-CE, introduzindo até a Cantoria de Viola na aristocracia social, juntamente com os repentistas Siqueira do Amorim, Cego Aderaldo e outros. Em 1949, bacharelou-se em Letras Clássicas pela Faculdade de Filosofia do Ceará. Neste período realizou os Congressos de Cantadores de Fortaleza (Teatro José de Alencar) e de Recife (Teatro Santa Isabel), acontecimento inédito para o folclore nordestino. Rogaciano Leite foi poeta, conferencista, escritor, jornalista, foi homem de vários instrumentos. Um autêntico caçador de novidades, um pesquisador arguto e criterioso de problemas e fenômenos sociais, políticos e econômicos nos quatro cantos do país. Ganhador do Prêmio Esso de Reportagem em 1965 e 1966(com as reportagens “Na Fronteira do Fim do Mundo” e “Boa Esperança é Sonho Transformado em Realidade”). Faleceu no Rio de Janeiro no dia 07 de outubro de 1969 com 49 anos de idade, vítima de um enfarte.

“Abraço-te com aplausos na certeza de que o teu livro terá uma grande e justa repercussão” – opinião de Olegário Mariano integrante da Academia Brasileira de Letras sobre o livro Carne e Alma de Rogaciano Leite.

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