Discoteca Pública Oneyda Alvarenga

RETIRADO DO SITE DE O GLOBO

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Discoteca pública criada por Mário de Andrade em São Paulo completa 80 anos e lança portal

Instituição busca novas formas de difundir acervo, que inclui 72 mil discos e registros de pesquisas sobre cultura popular

POR GUILHERME FREITAS
15/08/2015 6:00

Antigas instalações da Discoteca Oneyda Alvarenga, em São Paulo – DIvulgação/CCSP

RIO – Quando Mário de Andrade foi convidado para fundar o Departamento de Cultura de São Paulo, em 1935, um de seus primeiros projetos foi o de uma discoteca pública, onde seria mantido o acervo de uma das instituições que sonhava criar: uma rádio-escola. “As irradiações musicais vivem grandemente do emprego do disco”, escreveu o modernista em ofício ao então prefeito, Fábio Prado, pedindo orçamento para comprar álbuns de “música erudita nacional”, “música popular nacional”, “composição estrangeira erudita”, “música popular estrangeira” e outros “de caráter científico, documentário ou didático”.

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Artigo sobre sanfona – O Globo

RETIRADO SEM AUTORIZAÇÃO DO SÍTIO DE O Globo – ACESSEM

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Não faz mais de 15 anos. Marcos Nimrichter ia se apresentar ao piano com uma orquestra cujo nome não vem ao caso. Nos ensaios, um amigo falou dele para outro músico: “Olha só: o Nimrichter, além de pianista, é um grande acordeonista.” O músico, então, virou-se para Marcos: “Você toca acordeom? Sanfona? Mas esse instrumento ainda existe?”

— Pior que ele estava certo. Na época, era como se a sanfona não existisse — diz Marcos, hoje com 45 anos.

Sucesso de crítica com Luiz Gonzaga e de crítica graças a nomes como Sivuca e Dominguinhos, o instrumento andava meio esquecido. Fosse sanfona, acordeom ou gaita (todos sinônimos), ficava restrito a festas juninas e aos últimos formandos do forró universitário. Hoje, a história é outra.

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ACERVO DE CANÇÕES INDÍGENAS DA AMAZÔNIA CHEGA NA INTERNET

NÃO SOMOS OS AUTORES DO TEXTO ABAIXO – RETIRADO DE Amazônia Real

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Equipe registra dança e música de comunidade indígena de Roraima.

Equipe registra dança e música de comunidade indígena de Roraima.Equipe registra dança e música de comunidade indígena de Roraima.

A diversidade musical das comunidades indígenas do norte do Amazonas e do Estado de Roraima foi reunida em uma inédita e rica coletânea. São quase quatro horas de 80 faixas musicais de grupos indígenas das etnias baniwa, wapichana, macuxi e tauepang, resultado do projeto intitulado “A Música das Cachoeiras” do grupo Cauxi Produtora Cultural. O nome é uma referência às correntezas da bacia do Alto rio Negro. O coordenador Agenor Vasconcelo define o projeto como um “registro etnográfico audiovisual”, no qual o principal foco é a música.

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GRAVAÇÃO DO DVD – Rosa Armorial

TEATRO DO PAIOL
Praça Guido Viaro, s/nº – Prado Velho – Contato: (41) 3213-1340
Curitiba – Paraná

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Rosa Armorial

RETIRADO DO SITE DE Carla Zago

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Atualmente o grupo aguarda ansiosamente a chegada de seu primeiro CD, para seu lançamento em Setembro no Teatro Antônio Carlos Kraide e em Outubro no Conservatório de MPB.

Na página oficial do Facebook, ouça um aperitivo do cd, a faixa Repente em versão totalmente original e exclusiva da fanpage.

http://www.facebook.com/rosaarmorial

Serviço:

Teatro Antônio Carlos Kraide fica na Avenida República Argentina, 3430 – Água Verde  Curitiba – PR. Tel.:  (41) 3314-5063. Os shows acontecerão nos dias 29 e 30 de Setembro, às 20h e terão entrada GRATUITA, além de sorteio de cds e venda a preço especial de lançamento.

Conservatório de MPB: Rua Mateus Leme, 66 – São Francisco, Curitiba – PR. Tel.:(41) 3321 -3208. O show participa do projeto “Domingo Onze e Meia” e acontecerá dia 28 de Outubro às 11h30 da manhã, também com entrada franca. Os cds ainda estarão com preço especial de lançamento!!

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